Injustiça fiscal à brasileira: eis o gráfico da desigualdade

Economistas apontam que a criação de novas faixas de contribuição, com o aumento da alíquota para quem ganha mais e a redução para quem ganha menos, é uma das formas de se aumentar a arrecadação sem onerar aos mais pobres e, ao mesmo tempo, promover a distribuição de renda.

“Em 1961, o então presidente Jânio Quadros modificou a alíquota máxima de 50% para 60% dos rendimentos. Um ano depois, já no governo de João Goulart, a alíquota máxima subiu para 65%, alcançando o maior percentual histórico. O tributo contava com 14 faixas de alíquotas progressivas, as quais iniciavam em 3%”, informa o texto “Injustiça fiscal à brasileira: eis o gráfico da desigualdade”, publicado no site da revista Carta Capital.

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